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O Que é Pensão Vitalícia e Quando Ela É Devida?

 

O Que é Pensão Vitalícia e Quando Ela É Devida?

 

 

 

Você já ouviu falar em pensão vitalícia? Apesar do nome, ela não é um benefício previdenciário do INSS, mas sim uma modalidade de indenização.

 

 

O termo “vitalícia” é usado porque, em muitos casos, os valores devidos são tão altos que não podem ser pagos de uma só vez. Então, a Justiça determina que o pagamento seja feito em parcelas mensais, funcionando quase como um “salário” para a vítima.

 

Quando a pensão vitalícia pode ser determinada?


Esse tipo de indenização costuma ocorrer em situações como:


• Acidentes de trânsito;


• Acidentes de trabalho;


• Casos em que a vítima sofre sequelas graves, como a perda de um membro ou redução permanente da capacidade de trabalhar.

 

 

Nessas situações, entende-se que a vítima terá prejuízos materiais contínuos, já que perde ou reduz sua capacidade de gerar renda. A pensão vitalícia é, portanto, uma forma de compensar esse dano ao longo do tempo.

 

📚 Base legal


Não existe um artigo específico na lei que regulamente a pensão vitalícia.

 

Ela é reconhecida pela doutrina e jurisprudência, que a tratam como uma forma de indenização por danos materiais, paga de forma fracionada.

 

Em resumo:


• A pensão vitalícia não é benefício do INSS, mas sim uma indenização;


• O pagamento geralmente é mensal, devido ao alto valor envolvido;


• Normalmente ocorre em casos de acidentes que geram incapacidade permanente;


• O objetivo é compensar financeiramente a vítima pelos prejuízos materiais sofridos.

Dívidas de IPTU: O Que Fazer se For Executado na Justiça?

Dívidas de IPTU: O Que Fazer se For Executado na Justiça?

 

Dívidas de IPTU: O Que Fazer se For Executado na Justiça?

 

 

Dívidas de IPTU: O Que Fazer se For Executado na Justiça?

 

As dívidas de IPTU são mais comuns do que muita gente imagina.

 

Todos os anos, inúmeros contribuintes acabam enfrentando execuções fiscais por não conseguirem manter os pagamentos em dia — seja por dificuldades financeiras ou por desconhecimento das regras.

 

 

O que acontece quando você é intimado?


Ao receber uma execução fiscal, normalmente a Justiça dá um prazo de 5 dias para pagamento da dívida.


Mas existe uma alternativa importante: você pode apresentar embargos à execução fiscal (defesa) dentro do prazo de 30 dias.

 

O que são embargos à execução?


São a oportunidade de o contribuinte contestar a cobrança, apresentando argumentos como:


• Se o valor realmente está correto;


• Se parte da dívida já não estaria prescrita;


• Se houve erro no lançamento ou excesso na cobrança.

 

 

Precisa pagar antes para se defender?


Antigamente, para apresentar embargos era necessário realizar uma caução — ou seja, um depósito prévio do valor cobrado.

 

Isso dificultava muito o exercício do direito de defesa.


Hoje, o STJ já consolidou o entendimento de que não é mais obrigatória a caução, garantindo ao cidadão a chance de se defender antes de efetuar o pagamento.

 

 

 Em resumo:
• Execução fiscal de IPTU dá prazo de 5 dias para pagar;


• O contribuinte tem 30 dias para apresentar embargos e se defender;


• Não é mais necessário depósito prévio para contestar a dívida;


• A Justiça pode reavaliar se a cobrança é realmente válida.

Se Divorciar Ficou Mais Fácil em 2025

Se Divorciar Ficou Mais Fácil em 2025

Se Divorciar Ficou Mais Fácil em 2025

Se Divorciar Ficou Mais Fácil em 2025

 

STJ decide que divórcio pode ser decretado sem a necessidade de intimação do ex-cônjuge

 

O ano de 2025 trouxe uma mudança importante no entendimento da Justiça sobre o divórcio. O STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu que a decretação do divórcio não depende mais da intimação do ex-cônjuge, tornando o processo mais rápido e menos burocrático.

 

 

Como era antes?

 

Antigamente, o divórcio só poderia ser decretado de forma antecipada se, após ser intimado, o cônjuge concordasse com a separação. Ou seja, havia a necessidade de manifestação das duas partes.
 

O que mudou agora?

 

O STJ reconheceu que o direito à separação é potestativo — ou seja, basta a vontade de uma das partes para que o casamento seja dissolvido.

 
Na prática, isso significa que:
 
• Se uma pessoa deseja se divorciar, a Justiça pode decretar a separação já em decisão liminar;
 
• O processo segue apenas para discutir questões como partilha de bens, guarda de filhos ou pensão, mas o estado civil é alterado imediatamente.
 
 
 
Essa inovação já está sendo aplicada nos tribunais. Em um caso recente, uma cliente que não conseguia intimar o ex-marido teve seu divórcio decretado liminarmente. O processo continua apenas para resolver os demais pontos, mas ela já está legalmente divorciada.
 

Em resumo:

 

•Divórcio não precisa mais de intimação prévia do ex-cônjuge;

 

•A decisão pode ser tomada por liminar, com base apenas na vontade de quem pede;

 

•O processo continua depois para tratar de bens e responsabilidades.

 

Bens da Esposa Podem Ser Usados para Quitar Dívidas de Pensão Alimentícia

Bens da Esposa Podem Ser Usados para Quitar Dívidas de Pensão Alimentícia

Bens da Esposa Podem Ser Usados para Quitar Dívidas de Pensão Alimentícia


STJ amplia entendimento sobre responsabilidade patrimonial em casos de pensão

 

Nos últimos anos, a Justiça tem reforçado cada vez mais a importância de garantir o pagamento da pensão alimentícia — e uma decisão recente do STJ (Superior Tribunal de Justiça) trouxe um impacto significativo para famílias e casais.

 

A Corte entendeu que bens e valores registrados em nome da atual esposa ou companheira podem ser usados para quitar dívidas de pensão alimentícia deixadas pelo marido ou companheiro.

 

 

⚖️ Por que isso acontece?
A decisão se fundamenta no regime de bens do casamento ou união:


• Comunhão universal de bens: todo o patrimônio é considerado comum do casal, logo, responde integralmente pelas dívidas.


• Comunhão parcial de bens: tudo que foi adquirido durante a união também é comum e, portanto, pode ser usado para pagar a dívida de pensão.

 

 O que a Justiça quer evitar?
A principal preocupação é impedir fraudes e manobras que tentem esconder patrimônio para fugir da responsabilidade. O objetivo é simples: garantir que crianças e adolescentes recebam os valores devidos para sua manutenção e bem-estar.

 

 

📍 Em resumo:
• Bens da atual esposa/companheira podem sim ser usados para pagar pensão atrasada;


• A regra vale tanto na comunhão universal quanto na parcial de bens;


• A decisão fortalece a proteção aos filhos e combate fraudes patrimoniais.

STJ reforça a importância da paternidade afetiva na proteção de crianças e adolescentes

STJ reforça a importância da paternidade afetiva na proteção de crianças e adolescentes

Nos últimos anos, o entendimento da Justiça sobre a paternidade passou por mudanças importantes — e uma das mais recentes decisões do STJ (Superior Tribunal de Justiça) mostra isso com clareza.

 

A Terceira Turma do STJ julgou um caso em que um adolescente de 14 anos descobriu, por meio de exame de DNA, que o homem registrado como seu pai na certidão de nascimento não era seu pai biológico.

 

Até pouco tempo atrás, isso seria motivo suficiente para a retirada do nome da certidão. Mas não mais.

 

👨‍👦 O que pesou na decisão? A paternidade afetiva

Mesmo com o exame de DNA negativo, o STJ entendeu que o mais importante não é apenas o vínculo biológico, mas sim o vínculo emocional que foi construído ao longo dos anos.

 

Se houver provas de que houve convivência, cuidado, afeto e responsabilidade, a Justiça pode manter o nome do pai na certidão de nascimento — mesmo ele não sendo o pai de sangue.

 

⚖️ O foco é o interesse da criança

A decisão marca um avanço na proteção dos direitos de crianças e adolescentes, colocando o interesse emocional e psicológico acima da questão biológica.

 

Afinal, ser pai vai muito além do material genético: envolve amor, presença e responsabilidade.

 

 

📍Em resumo:


• Exame de DNA negativo não garante mais a exclusão do nome da certidão;


• A Justiça irá avaliar se houve paternidade afetiva;


• O objetivo é preservar a estabilidade emocional e o bem-estar da criança ou adolescente.